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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Garimpando as alegrias

A segunda-feira, 7 de fevereiro, terminou neste instante. Contra si, já tinha o fato de ser uma segunda-feira destes tempos pouco auspiciosos. Mas, parando para pensar, foi um dia a ser valorizado. Vejamos.

Pela manhã, realizei uma audiência criminal que envolveu interrogatório dos réus e, pela primeira vez, senti que temos chances nesse processo. Eu realmente acredito que os acusados não merecem a acusação sofrida e que eles chegaram a essa situação por conta de enviesamentos que passam, inclusive, por sentimentos de culpa de terceiros. Alguém que, para suportar essa culpa, transferiu-a para eles dois. Não dá para explicar mais do que isso. O fato é que estou mais animado quanto a uma possível absolvição.

Agora à noite, uma longa conversa com uma pessoa muito querida, com quem se pode compartilhar alegrias, tristezas e até mesmo experiências de vida. Dá uma renovada na alma.

Depois disso, um novo contato, desta feita com alguém que pode me ajudar em minha pesquisa no doutorado. Eu estava preocupado, porque para a pesquisa acontecer eu preciso de ações de terceiros, ou seja, é algo que não depende de mim. É bastante complicado ter algo tão grande em mãos e estar de certa forma à deriva. Contudo, felizmente, esse primeiro passo foi positivo. Não vejo a hora de tornar a pesquisa real.

Era só isso, mesmo. O compartilhamento de breves satisfações pessoais. Espero que vocês estejam bem e com saúde. Abraços.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Novos e queridos advogados

Em uma outra vida, quando este blog era alimentado regularmente, eu adorava retirar, da lista de aprovados no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, os nomes dos meus ex-alunos(as). Era uma forma de continuar acompanhando suas vidas, em uma fase que é tão intensa e transformadora, capaz de determinar muito em tudo que virá.

Com as minhas questões pessoais, fui parando de publicar a lista e, depois, até mesmo de fazer postagens por aqui. Mas hoje, justamente hoje, um dia atípico pelo contato pessoal que tive com um gesto de enorme generosidade e decência, saiu a lista do exame mais recente e pude, novamente, ver a alegria de alguns pupilos, expressa por suas redes sociais ou até mesmo em mensagens diretas.

O problema dessas listas é que, com o tempo, vai ficando difícil recordar os nomes, ainda mais agora que sou um sujeito de meia idade! Até reconheço alguns nomes, porém fico sem saber se é exatamente quem estou pensando. Por isso, sempre faço a ressalva de que estou feliz por todos, mesmo que, eventualmente, minha memória tenha traído um nome que, na verdade, eu adoraria homenagear também. Seguem, então, os nomes que este velhinho de óculos identificou:

Aila Tiemi Werneck de Castro da Silva
Alana Souza Vidigal
Ananda Maria Carmona Guimarães
Beatriz Donza Cancela Guimarães
Beatriz Lima Sherring
Beatriz Ribeiro Ruffeil
Henrique Galate Moraes Lima
Ivna Lobato Pimenta
José Dã Clay Guimarães Ferreira
José Ney de Siqueira Mendes Barbalho
Juliana Corrêa Gonçalves
Marcelle Albuquerque da Silva
Maria Eduarda Amparo das Mercês Pereira Wagner
Maria Vitoria Reis Hesketh
Mayumi Correa Botelho
Pollyana Esteves Soares
Saore da Conceição dos Santos
Teodoro de Souza Neto
Yasmin Coelho Prestes

Desejo a todos e todas, inclusive os não listados, uma belíssima carreira. É motivo de orgulho participar de uma carreira de que essas pessoas tão queridas fazem parte.

Ao futuro!

domingo, 4 de outubro de 2020

Breve sugestão aos advogados

 Na última semana, estive novamente na Turma Recursal dos Juizados Especiais, para fazer sustentação oral em processos que acompanho. Gosto de sustentar oralmente, tarefa que considero bem típica da advocacia. Também gosto da Turma Recursal, cujo ambiente, físico e humano, é mais informal e próximo.

Sessão iniciada, quatro advogados sustentaram antes de mim. Apenas um se despediu dos julgadores quando o julgamento de seu processo terminou. Ele teve sucesso parcial em sua pretensão. Todos os demais, ao verem malogrados seus pedidos, levantaram-se e saíram sem dizer uma só palavra. Notei isso no primeiro, mas pensei: "É um garoto. Coisas da juventude". Mas veio a segunda colega, que parecia estar na casa dos 30, e teve a mesma atitude. E depois daquele que se manifestou, por fim, o quarto advogado, também um rapaz com jeito de ter menos de 30, levantou-se e saiu como se estivesse só na sala.

Nesse momento, a juíza presidente comentou com seus pares que os advogados não lhes dirigiam a palavra se não vencessem a causa. Uma reclamação breve, mas justa. Eu, que raciocino e ajo como advogado, e não como juiz, pensei exatamente a mesma coisa. Quando fazemos sustentação oral, costumamos aguardar na tribuna o resultado do julgamento. Não houve uma só ocasião em que eu, ao ver finalizado o ato, não me dirigisse à corte agradecendo pela atenção que me foi dispensada e desejando um bom dia. Qualquer advogado deveria fazer isso e o motivo é muito simples: boa educação.

Pedir licença para entrar, cumprimentar, agradecer, dar explicações, desculpar-se se for o caso são atitudes que aprendíamos em casa, primeiro, e depois na escola. Ao menos na minha geração era assim. Não sei como está hoje em dia. Repassei essa lição para minha filha, hoje com 12 anos. Ainda adolescente, escutei que agir com educação é um dever, não um favor. Concordei com isso e sempre procurei agir assim, mesmo com raiva e mesmo que minha raiva fosse justa.

O Estatuto dos Advogados é uma lei que nos dá prerrogativas, tais como entrar e sair de locais onde trataremos de assuntos de nosso mister, sem precisar de autorização, e agir com independência na defesa de nossas causas. A independência pede altivez e energia. Mas eu realmente não consigo extrair daí que as regras de civilidade foram abolidas. E eu não gosto de estar em situações nas quais as regras de civilidade foram ignoradas.

Então meu conselho é bastante simples: caros colegas advogados, façam o que espero lhes tenha sido ensinado pela mamãe, talvez pela vovó, quem sabe pela tia do jardim de infância: peçam licença, cumprimentem, agradeçam, expliquem e desculpem-se, se for o caso. Isso não lhes diminui em nada o valor como profissionais. Ao contrário, segundo penso, isso lhes engrandece. Porque mostra maturidade e compreensão pelo funcionamento dos sistemas burocráticos. Maus julgamentos (se for essa a hipótese) se resolvem com recursos e até com protestos, no sentido técnico da palavra, aqueles que ficam consignados em ata. Não com raivinha de moleque pimbudo. Crescer é necessário.

Logo que passei no vestibular, e isso foi em 1992, conheci os célebres Mandamentos do advogado, de Eduardo Couture. O que mais me chamou a atenção foi o nono:

Esquece
A advocacia é uma luta de paixões. Se em cada batalha fores carregando tua alma de rancor, sobrevirá o dia em que a vida será impossível para ti. Concluído o combate, olvida tão prontamente tua vitória como tua derrota.

Aos 16 anos, não gostei desse conselho porque, no calor da necessidade de autoafirmação, quando eu achava que ia mudar o mundo, esquecer uma vitória me parecia impensável. Eu queria tripudiar um pouco do vencido. E fingir ignorar o elevado risco de estar no polo oposto. Hoje, entendo perfeitamente a lição do jurista uruguaio. Ele tem razão.

Advogue, faça o melhor que puder e, independentemente do resultado, siga adiante. Todos ganham com isso.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Ainda distantes da Constituição

Por duas semanas, acompanhei, na condição de advogado, um julgamento importante envolvendo um habeas corpus que, felizmente, não envolvia prisão. E ainda mais felizmente, tivemos sucesso. Contudo, não foi fácil. Precisamos vencer resistências, a começar pela relatora.

Nessas duas semanas, renovei minhas noções de perplexidade escutando os argumentos sustentados para negar os pedidos de habeas corpus dos advogados, mesmo com sustentações orais. Ainda é extremamente difícil convencer o judiciário a olhar os casos com mais humanidade e mais apego à Constituição de 1988. O excesso de formalismo, os argumentos de autoridade e as justificativas generalizantes, sempre punitivistas, ainda predominam. Fiquei especialmente aflito com a facilidade com que todas as mazelas possíveis ― p. ex., excesso de processos na comarca, ausência de maior dilação probatória pelo juiz ― são usadas, com a maior naturalidade, sempre em desfavor do acusado. "Não é culpa do juiz". Verdade. Mas também não é do réu. A solução do caso deve ser ignorando as demandas deste?

Por outro lado, também escutei algumas manifestações muito sensíveis, que foram verdadeiros alentos em meio à angústia predominante. Ter acesso à jurisdição é difícil neste país. Mas a verdadeira dificuldade é convencer o sistema de justiça, como um todo, que as garantias individuais precisam ser o norte do julgador.


Vamos aos próximos embates.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

OAB: e pur si muove

Sou extremamente crítico ao modo como são realizados os concursos públicos no Brasil ― atividade que se tornou uma rentável indústria e, como tal, incompatibilizada com a valorização do conhecimento científico. Sem meias palavras, concursos públicos são imbecilizantes, mormente no que tange às provas objetivas. As subjetivas favorecem outras habilidades além da memorização, mas se essas habilidades não tiverem peso relevante na correção, de nada adiantará.

Como demonstra o histórico deste blog, sou amplamente favorável ao exame da Ordem, questionando entretanto o modo de sua execução. Quanto mais se aproxima do estilo concurso público, pior. No entanto, há uma grande diferença entre os concursos, que se esgotam em si mesmos, pois têm uma finalidade específica de selecionar para o provimento de certo número de cargos, e o exame da OAB, que pode ser posto em uma perspectiva temporal. Com efeito, ainda que mude a instituição executora, trata-se da mesma instituição comandando um processo de verificação de proficiência, sem caráter classificatório além do "apto". Com isso, podemos identificar os movimentos que a OAB faz para adequar seu exame a diferentes contextos.

Antes da unificação nacional (2010), já observávamos um fenômeno curioso. Os candidatos consideravam certa disciplina mais fácil e se inscreviam nela para a segunda fase (conhecimentos específicos). O aumento da demanda fazia a OAB reagir e, de repente, aquela disciplina oferecia uma prova complicadíssima. Daí os candidatos em busca de facilidade migravam para a área menos exigente, de acordo com os últimos certames. Com a unificação, nossa instituição ganha maior capacidade para tomar decisões sobre a estrutura da prova e, com isso, implementar uma visão específica de política profissional.

Noticia-se hoje que a OAB surpreendeu candidatos e a indústria concurseira com uma prova de estrutura diferente (veja matéria aqui). Basicamente, suprimiu questões das áreas de ética (deontologia) e direitos humanos, transferindo-as para processo civil, processo penal e direito tributário. Vale dizer, reduziu o campo da formação humanista e aumentou o das disciplinas profissionalizantes, notadamente processo. Sintomático, claro. Faz-me pensar se isso não favorece, em última análise, um profissional mais técnico e menos cidadão. Isso me preocupa, dada a imagem que a profissão de advogado já possui. Segundo a matéria, as questões de ética (na verdade, não é apenas ética, mas normas próprias da atividade advocatícia) estavam voltadas a temas técnicos, tais como sociedade de advogados e mais processo. 

Não tenho como saber se o movimento feito pela OAB indica, realmente, um redesenho na expectativa de perfil profissional ou se foi algo mais imediatista: gerar uma prova mais difícil ou talvez, apenas, surpreender, sinalizando que não adianta buscar zonas de conforto. Certamente, a prova do XXIII Exame de Ordem Unificado, aplicada ontem, mandou um recado para os cursinhos: reinventem-se, porque nós estamos vivos e vamos sempre buscar abordagens diferentes. E vocês nunca saberão quando. A velha estratégia de buscar o acervo de provas já aplicadas para fazer prognósticos sobre o que tem maior propensão de ser cobrado na próxima acaba de ficar mais insegura.

Não sou especialista nesse tipo de avaliação. Esta postagem mais não é do que uma mera opinião, mas acredito que o maior impacto desse tal recado não recai sobre os candidatos. Afinal, estes dispõem de um edital e precisam se preparar para o que vem pela frente. O impacto maior recai sobre a indústria concurseira, que vende um serviço com todo um marketing de suposta eficiência, medida por índices de aprovação, e precisará agir com maior inteligência doravante. Só macete não vai adiantar.

Termino como comecei: provas são imbecilizantes quando enfatizam, sobretudo, a habilidade de memorização, forçada por conteúdos programáticos gigantes que são sondados por meio de provas acríticas, fortemente presas à letra da lei. Ao fim e ao cabo, provas construídas sobre temas instigantes, sobre a realidade da vida ― e não aquela baboseira de Caio, Tício e Mélvio enredados em uma trama rocambolesca ―, que ensejam a tomada de decisão e a assunção de posturas, seguem sendo um caminho mais garantido para a formação de bons profissionais. E de bons cidadãos. 

Nossos alunos precisam pensar de verdade, não apenas reproduzir. Trata-se de uma estratégia tão vetusta quanto eficaz.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Os aprovados de junho de 2017

Divulgado hoje o resultado do XXII Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Foi maravilhoso, por isso gostaria de me congratular muito carinhosamente com:

Amanda Brena Souza da Costa
Amanda Gonçalves Oliveira
Amanda Vieira da Gama Malcher
Ana Carolina Farias Ribeiro
Anelise Trindade de Nazaré (cabanos, uni-vos!)
Antonio José Martins Fernandes
Beatriz Figueira Noronha
Bianca de Castro Bordalo
Bianka Fernandes Pontes de Souza
Bruna Lima Araújo Corrêa
Caio Henrique Pamplona Rodrigues
Camila Santos Costa
Camyla Galeão de Azevedo
Daniel Isaac Bentes
Evelin Liége Gonçalves Campelo
Felipe Matheus Ribeiro Jucá Soares
Fernanda de Souza Losina
Fernanda Hanemann Coimbra
Fernanda Rodrigues Magalhães
Flávia Carmo Viana
Flávio Rodrigues Viegas
Gabriela Teixeira de Oliveira
Geraldo Magela Pinto de Souza Júnior
Giovanna Hage Karam Giordano
Helen Lopes Noronha (esta não foi aluna, mas colega de docência)
Isabelle de Assunção Rodrigues
Isadora Mourão Gomes
Jaime Fernando de Mattos Júnior
Jessé Luiz Furtado Monteiro
João Victor Nogueira de Araújo
Julyana Abdoral de Queiroz Santos
Larissa Amaral Esteves
Leonardo Braga Maia de Sousa
Leonardo Gomes de Souza Coelho
Letícia dos Santos Couto Landin
Letícia Ventura Baptista
Lívia Leitão Leal
Lívia Pantoja dos Santos
Lívia Ribeiro da Fonseca
Luan Cunha do Vale
Lucas Tembra Lima
Luiza Ribeiro da Fonseca
Maria José Guerra Ferreira
Matheus Calandrini Silva Graim
Melina de Castro Bentes
Natália Miranda de Sousa
Paula Giullia de Carvalho Costa
Paula Jordana Maia da Silva
Roberta Karolinny Rodrigues Álvares
Roberta Mayara Santos de Souza
Samira Viana Silva
Suzanne Teixeira Odane Rodrigues
Thainá Veiga Margalho
Thaís Anselmo Guimarães
Voltaire Hesketh Lopes
Yasmin Pípolos Pereira de Barros
Yasmin Sales Silva Cardoso

Recebam o meu abraço caloroso por cumprirem mais uma etapa do ritual de passagem para a vida adulta, para a vida profissional, que vocês vêm cultivando ao longo dos anos.

Para mim é uma imensa felicidade ver como crescem e se realizam. Quero ter a oportunidade de ver as belas coisas que ainda farão. Ao futuro, meus queridos.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Exemplo de idiotice à esquerda

A professora uspiana Janaína Paschoal tornou-se uma das principais porta-vozes do movimento pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff. Passarei ao largo de suas credenciais e intenções. Concentro-me apenas no fato de que, dada essa sua condição proeminente, aqueles que apoiam o governo passaram a publicar, na internet, inclusive redes sociais, que Paschoal é advogada do procurador de justiça que torturava a própria esposa.

Como exemplo, temos esta matéria do Pragmatismo Político, sítio de inclinações à esquerda, destacando que a advogada também patrocinou a defesa daquela acadêmica de direito que, em 2010, publicou em sua conta no Facebook comentários raivosos contra nordestinos, a ponto de sugerir que fossem assassinados (leia aqui).

Janaína Paschoal é advogada. E criminalista. Como tal, sua missão profissional é defender pessoas acusadas de crimes. Simples assim. Exatamente do mesmo jeito que a função de um professor é lecionar e a de um cardiologista, cuidar do coração de seus pacientes. Isto não deveria despertar qualquer alarma, embora saibamos que, no Brasil, é usual demonizar-se o advogado do bandido, porque não se compreende (nem se tenta) a função que o defensor exerce, não apenas para o acusado, mas para o próprio sistema de justiça criminal.

Qual seria, então, a finalidade de relacionar Paschoal a dois de seus clientes, especificamente pessoas cujas acusações ganharam repercussão social? Pessoas que despertaram sentimentos ruins no grande público? Um deles, acusado de crime recentemente divulgado, então em pleno calor dos acontecimentos. Além disso, uma violência fora do comum contra sua própria esposa, em um momento em que se discute no país, como nunca antes, o empoderamento feminino. A outra, uma aprendiz de fascista que disparou seu ódio classista contra uma população sabidamente discriminada, que vem a ser, por sinal, a população que mais tem apoiado, com seus votos, o partido que ora ocupa a presidência da República.

A estratégia de marketing de guerrilha utilizada me incomodou bastante, porque afeta diretamente a nós, advogados, e particularmente os criminalistas, renovando um preconceito antigo. No afã de criticar uma liderança da atual guerra santa brasileira, ninguém se pejou de menosprezar o trabalho do advogado; tampouco a OAB, por qualquer de suas agências, se manifestou. Ruim para a advocacia, pior ainda para um dos setores mais delicados da nossa já combalida democracia, que no campo penal vive, afora hiatos ditatoriais, o seu mais duro período de convergência de forças em prol da flexibilização ou relativização (rectius: destruição) de garantias fundamentais.

Isso é punitivismo de esquerda. Péssima ideia.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Advogados de março ― 2016

Divulgado o resultado do XVIII Exame de Ordem Unificado, sai a relação de mais alguns novos advogados, oriundos de turmas que já haviam aprovado vários alunos antecipadamente. Com boas lembranças de nossos tempos de sala de aula, mando um abraço forte e meus melhores votos de sucesso para:

Adan Willian Sarubbi dos Santos
Adriana Kelly Leão Raia
Alessandra da Gama Malcher Godinho
André da Conceição dos Santos
Clícia Helena Freitas de Almeida
Erick Henrique de Carvalho
João Fillipi Araújo Martins
Larissa Ysabelle Ferreira Marroquim
Suzy Mara da Silva Portal
Tatiane Cardoso Gonçalves de França
Victor Hugo Ramos de Oliveira
Vitória Alvarenga Bassalo

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

OAB nos recomenda. Mais uma vez

Nesta quarta-feira, dia 13 de janeiro, às 10 horas, a Ordem dos Advogados do Brasil fará o anúncio oficial dos 139 cursos de Direito que, em todo o país, apresentam indicadores de qualidade que os tornam merecedores do Selo OAB Recomenda.


No Brasil todo, existem mais de 1.300 cursos de Direito, mas apenas 1.071 foram avaliados e 139 foram laureados. No Pará, quatro cursos serão agraciados, sendo dois da Universidade Federal do Pará (Belém e Marabá), o da Universidade Federal do Oeste do Pará e, claro, o do Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA).

Para sua análise, a OAB utiliza critérios objetivos: os índices de aprovação no Exame de Ordem Unificado e nas avaliações do Ministério da Educação, atualmente Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). Segundo a OAB, não se trata de um ranqueamento, mas de um reconhecimento da regularidade de desempenho do curso, como forma de estimular os esforços em prol da qualidade.

Esta é a quinta edição do selo e a terceira em que o CESUPA é agraciado. Em 2007, fiz esta postagem explicando que, originalmente, a OAB só avaliava cursos com pelo menos 10 anos de existência e, por isso, o nosso ficava de fora, pois iniciou suas atividades em 1999. Também mencionei a irresignação de instituições privadas que não haviam sido premiadas, mas que deveriam tomar o ocorrido como base para refletir sua conduta.

Em 2011, nova postagem, por causa de nossa segunda premiação, que chegava pouco depois da recomendação feita pelo Guia do Estudante. De lá para cá, muita coisa mudou e nós crescemos com qualidade, sendo que o nosso programa de pós-graduação em sentido estrito se destaca como o maior salto nesse processo.

Sem falsa modéstia, comemorar conquistas e reconhecimento externo é uma rotina do curso de Direito do CESUPA, motivo pelo qual frequentemente compartilho com meus colegas, com nossos gestores e funcionários, e sempre destacando os nossos alunos, a sucessão de láureas que nosso trabalho sério e dedicado permite alcançar.

Notícia no sítio institucional da OAB: http://www.oab.org.br/noticia/29172/selo-oab-de-qualidade-aos-cursos-de-direito-sera-entregue-nesta-quarta

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mais um exame da OAB

Durante a tarde de hoje, começaram as comemorações. Mais uma vez, o nosso ambiente acadêmico, assim como o virtual, das redes sociais, encheu-se de alegria pela divulgação dos nomes dos aprovados no mais recente Exame de Ordem.

A lista abaixo reúne os nomes de ex-alunos nossos, assim como de ainda alunos nossos, que passaram por nós em sala de aula, em defesa de monografia ou outras atividades. Esse contato mais pessoal aumenta a nossa alegria, como educadores, por isso faço questão de me congratular com eles:

Agna Christy Marim de Almeida
Aline Cristina Bordalo de Souza Vieira
Ana Carolina Cavalcante da Silva
Ana Carolina Rodrigues da Silva
Ana Cristina Bentes Barbalho
Anna Caroline Ferreira Lisboa
Anna Laura Ferreira de Araújo
Antonio Alberto Maués Ramos
Arthur Calandrini da Silva Neto
Bruno Cunha Moutinho
Bruno Sodré Leão
Camila Rossas Moraes
Daniele Valle Sizo Fidalgo
Diego Siqueira Rebelo Vale
Éder Victor Oeiras Leite
Elyson Gabriel Carvalho da Conceição
Elza Maroja Kalkmann
Emy Hannah Ribeiro Mafra
Gabriela Teixeira Cunha
Gisany Pantoja Quaresma
Iago da Cunha Cardoso Silva
Irlane Ribeiro Dias
Izabela Lima Evangelista da Rocha
Jéssica Maria Alves Pereira dos Santos
Leonardo Souza Silva
Lika Narita
Matheus Braz da Silva Azevedo
Melissa Mika Kimura Paz
Paulo Borges Leal Mendes
Priscilla Borges da Silva
Renan Daniel Trindade dos Santos
Stélio da Costa Sarges
Suanan Costa Collere
Tales Efraim Peres Falqueto
Thamires Martins de Azevedo
Waldir Macieira da Costa Neto
Yasmin Nazaré Lobato Maués

Meus melhores votos de sucesso na nova carreira, que para alguns pode ser iniciada imediatamente e, para outros, ainda precisará esperar nada menos do que o restante de todo o semestre letivo e a colação de grau. Sem dúvida, contudo, que deve fazer um bem enorme saber que, quando o grau chegar, já se poderá exercer a profissão escolhida e cuidar do futuro que nos abraça.

Sejam sempre muito felizes.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Um abraço para os futuros advogados

Sempre lembro os mais afoitos que quem se forma em Direito torna-se bacharel em Direito e não advogado. Alguns, ainda mais apressados, escrevem #finalmenteadvogado quando aprovado na banca do trabalho de conclusão de curso. Então é sempre bom colocar as coisas em termos. Advogado é quem está inscrito nessa condição, junto à Ordem dos Advogados do Brasil. E, para chegar a isso, é preciso concluir o curso de Direito e, requisito cumulativo, ser aprovado no Exame de Ordem. Coisas completamente distintas.

Com isso em mente, aqui vai o meu abraço caloroso para esta equipe de ex-alunos e ainda alunos do nosso curso, que superaram a importante etapa do exame de proficiência. Alguns estão prontos para iniciar formalmente o exercício profissional e outros, no começo do próximo ano, quando formados, já estarão aptos a fazê-lo. Parabéns.

Amanda Eutrópio Oliveira Amaral
Ana Carolina Alves Coelho
Ana Paula Lima Monteiro
Ana Thalita Gomes Ferreira
Cristiane da Silva Fretes
Danielle Alves Guerra
Danilo Couto Marques
Gabriela Bessa Ferreira
Gabriela Figueira de Mello
Giovana Pimentel Farias da Silva
Isadora Tostes Lobato Silva
Jodelma Costa Salomão
Júlia Tótola Força
Juliana Coelho dos Santos
Juliana Salame de Lima Torres
Juliana Santos Marques
Kássya Lessa Bengtson
Kelly Cristina Moraes Cavalcante
Laís Vidigal Maia
Lissandro Tavares da Costa
Lizandra Takanashi Baseggio Bonna
Lucas Pereira Wanzeller Rodrigues
Manuel Albino Ribeiro de Azevedo Júnior
Marcella Fernandes Pingarilho
Mariana Costa da Silva
Marília do Valle Farias
Miguel Resque Santiago
Patricia Moreira Santos
Ridivan Clairefont de Souza Mello Neto
Roberta Gonçalves Pereira Ikeda
Roberto Luiz Batista Serrão Filho
Sidnei Vogel
Stéphanie Renée Mery Giraud Galvão
Tainá Ferreira e Ferreira
Tamires Vasconcelos Tavares
Verena Matos Tandaya
Victor Augusto de Oliveira Meira
Victor Hugo Ramos Reis
Vinícius Muniz Vasco
Vítor Luiz Cardoso
Walmir Hugo Pontes dos Santos Neto

E para todos, cada um a seu modo: vamos trabalhar!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Mais um listão da OAB

Sexta-feira, dia bom para comemorar a aprovação de alunos nossos no mais recente Exame de Ordem. Mando, então, um abraço enorme para:

Alex Gaspar de Oliveira
Allan Rocha Oliveira da Silva
Brenda Nataly da Silva Serra
Caio Furtado do Espírito Santo
Dênio Lobo Cavalcanti Cerqueira
Edmar Rufino Borges Filho
Fernanda Acatauassú de Araújo
Geanini Eriko de Sousa Araújo
Juliana de Carvalho Moreira
Luiza Cristina de Albuquerque Freitas
Maria Auxiliadora Costa Rodrigues
Marina Siems Bitton Braga
Nayara Garcon Peixeira
Pauline Rangel Araújo Nascimento
Rinaldo Leon Gomes Pereira Braga
Waldréa do Socorro Lourenço da Silva

Lá em São Paulo, receba o meu abraço Yasmin Santiago Ferla da Costa Silva, que nos deixou saudade.

E embora não tenha sido minha aluna, mando um abraço apertado para Sandra Marina Ribeiro de Miranda Mourão, que conheci tão pequenina e que será uma grande profissional, graças sobretudo aos valores maravilhosos que lhe foram repassados pela família.

A todos, meus melhores votos de uma carreira bem sucedida, feliz, que lhes proporcione tudo de bom que desejam. Mas, para muitos, ainda falta terminar o curso, não é? Para todos, vamos trabalhar!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Meus advogados de junho de 2014

Como sempre faço, registro os nomes de alguns ex-alunos que foram aprovados no Exame de Ordem e, com isso, poderão exercer a advocacia quando estiverem formados (já que alguns deles ainda nem colaram grau). São eles:

Amanda Houat Martins
André Narito Nagaishi Júnior
Artur Calandrini da Silva Neto
Bianca Lima Toledo
Danielle Calandrini Silva Graim
Edison Lustosa Quaresma Júnior
Geórgia Barreiros Rodrigues
Lena Maria Costa Fernandez
Naiame Nunes da Silva
Stefanie Silva de Miranda
Thiago Motta Mattos
Victor Alberto Pedreira de Albuquerque Rabelo
Yago Oliveira de Sordi

Não são todos, naturalmente, mas apenas alguns nomes de alunos que conheci mais de perto. Peço licença, entretanto, para dizer que, se tivesse que constituir um deles como meu advogado, eu o faria na pessoa de Jéssica de Souza Teixeira. Esta jovem tão dedicada e tão querida, que está finalmente aprendendo a confiar mais, a acreditar mais, e que agora ninguém mais segura.

É uma alegria imensa, para mim, ver a tua aprovação, que eu sabia ser uma questão de tempo. De pouco tempo. Agora é tocar a vida adiante, com a garra e o encantamento que te caracterizam.

Sucesso a todos os novos (futuros) advogados.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Algumas pessoas, definitivamente, não têm senso de ridículo

O assunto é recorrente aqui no blog. Já disse umas tantas vezes, antes, que sou plenamente favorável à existência do Exame de Ordem (aliás, testes de proficiência como pré-requisito para o exercício profissional não são uma exclusividade do direito nem do Brasil), mas que tenho muitas reservas quanto à forma como é aplicado, o que não é exatamente uma surpresa, já que considero os concursos públicos, de um modo geral, processos muito imbecilizantes, eis que privilegiam a memorização de textos legais, prejudicando o raciocínio, a lógica e, sobretudo, o caráter humano do direito.

Entendo, portanto, que não se deve confundir prova mal realizada com prova inconstitucional, além de confessar minha desconfiança quanto às pessoas que transformaram a oposição ao Exame de Ordem numa espécie de bandeira de vida. Afinal, estudar e passar ainda é uma opção, que por sinal dá certo para muitos. Em suma, considero uma causa equivocada e que, frequentemente, utiliza argumentos tolos. E eis que a tolice se repete, mas desta vez atingindo níveis superlativos. Veja:

A Associação Nacional dos Bacharéis, que congrega formados em Direito que foram reprovados no Exame de Ordem, levou sua batalha contra o exame profissional à Organização Internacional do Trabalho. Em uma denúncia encaminhada ao órgão internacional, o presidente da entidade, Carlos Schneider, diz que “o exame beneficia a manutenção do trabalho escravo do bacharel em Direito no Brasil”. Para ele, não cabe à OAB decidir quem pode advogar no país e a qualidade do ensino deve ser avaliada pelo Ministério da Educação.

Incrível como alguém consegue tomar uma atitude dessas e sair de casa, depois, sem estar com a cabeça enfiada num saco. Era só o que faltava. Depois da palhaçada de associar o Programa Mais Médicos a trabalho escravo por causa da polêmica classe média a respeito dos cubanos, agora esta. Honestamente, tem gente precisando ler um pouco mais sobre trabalho escravo. Até Wikipedia já ajudaria.

Se estão mesmo tão preocupados com trabalho escravo, e não com os próprios fundilhos, que pressionem o Congresso Nacional a aprovar a PEC 57-A, que é de 1999 e ainda está sendo combatida pelos ruralistas. Aí eu acreditaria um pouco na boa fé de seus propósitos.

Fonte: http://www.conjur.com.br/2014-abr-08/notas-curtas-associacao-exame-ordem-favorece-trabalho-escravo

sábado, 8 de março de 2014

Abraços distantes para os novos advogados

Mesmo distante, calhou de eu acessar a internet no dia da divulgação dos aprovados no mais recente exame de Ordem. Então, como sempre faço, mando meu abraço caloroso para aqueles que conheci como acadêmicos e que agora vão trilhar novos caminhos como colegas.

Desejo muito sucesso para todos vocês, em especial para Ana Laura da Cunha Catarino, Arthur Puget Mouta, Domingos Assunção da Silva Neto, Karyme Freitas Carneiro Costa, Lia Vidigal Maia, Paula de Freitas Godoy, Pedro Henrique Costa de Oliveira, Pedro Henrique Nogueira Grobério, Ricardo Santos Dias de Lacerda e Roberta de Oliveira Rodolfi.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Uma pequena comparação

A população dos Estados Unidos, em 2012, era de 313,9 milhões de almas. A do Brasil, segundo dados do IBGE, ultrapassou este ano a marca dos 201 milhões.

Nos EEUU, existem 202 cursos de Direito. Em 1975, eram 163, portanto foram criados 39 cursos em 38 anos. Mesmo com alguma ampliação na oferta de vagas, o número de matrículas no curso vem caindo ano a ano, tendo havido uma redução de 11% em relação a 2012. Enquanto isso, ainda em 2010 a OAB noticiava que o Brasil, sozinho, possuía mais cursos de Direito do que todos os demais países do mundo somados. Àquela altura, eram 1.240 cursos no país, contra 1.100 no restante do globo, segundo cálculos feitos pela entidade. Eu nem procurei os números atuais.

Até onde sei, não existe o menor sinal de que a intensidade da procura será reduzida, por estas bandas, assim como a oferta de vagas não para de crescer. Inevitável nos perguntarmos, então: nós realmente precisamos de tantos "juristas"?

Sabemos que, em nosso país, há carência de médicos e de engenheiros. Aliás, há uma enorme carência de cérebros dedicados à ciência. Convenhamos, esse ardor todo em torno do Direito não se explica por nenhuma inclinação intelectual ou espiritual. É utilitarismo, mesmo. Vá se informar sobre os onipresentes concursos públicos e os salários oferecidos, por carreiras.

Fontes: 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Um grande caminho começa com um pequeno passo

Esqueça o apelo motivacional contido na frase que intitula esta postagem. Ela é, no contexto, uma crítica.

O Blog do CJK, advogado, envolvido com a OAB e por isso sabedor do causo, noticiou que um bacharel em direito prestou uma declaração falsa à OAB no ato de inscrição. Isso mesmo: o sujeito ainda nem se tornou advogado e já tentou tapear a própria casa dos advogados. Confrontado com a mentira, saiu-se com o argumento de presunção de inocência.

Há pessoas que não compreendem bem, ou insistem em não compreender, para que foram criados os princípios e as normas de garantias. Concordo com o colega blogueiro: a Ordem deve negar a inscrição a esse infrator. Acrescento: e responder pela falsidade para, no futuro, após a reabilitação, tentar nova inscrição, dessa vez o que é certo.

Fonte: http://www.blogdocjk.blogspot.com.br/2013/11/the-end-of-picade.html

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Com direito à carteira vermelha

E vamos a mais uma postagem de saudação aos ex-alunos que, tendo sido aprovados no Exame de Ordem, conquistaram o direito de exercer a advocacia (se bem que alguns ainda não, porque ainda não se formaram). Pedindo desculpas àqueles eventualmente omitidos, meu abraço festivo para:

Adrian Barbosa e Silva
Amanda Leão Rocha
Ana de Cássia de Araújo
André Ferreira Pinho
Diego Fonseca Mascarenhas
Eduarda Gouveia Costa Tupiassú
Felipe Augusto Hanemann Coimbra
Felipe Guimarães de Oliveira
Felippe Henrique de Quintanilha Bibas Maradei
Flávia Brilhante Athayde
Giselle Cristina Lopes da Silva
Hugo Silva de Miranda
Jéssica Cangussu de Abreu
Lucas Sá Souza
Raphaela Buarque de Moraes 
Thales Kemil Pinheiro Vicente
Thayana Maués Smith
Valdenor Monteiro Brito Júnior
Yasser Reis Gabriel

É animador saber que muitos alunos que se formarão no próximo mês de janeiro já estavam aprovados desde o exame anterior. Dentre os aprovados de agora, gostaria de destacar as pessoas de Adrian Barbosa e Silva, meu monitor desde o ano passado, cuja dedicação às ciências criminais o precede, tornando nada surpreendente que tenha acertado todas as questões da prova subjetiva; Lucas Sá Souza, outro caso de amor incorrigível pelas ciências criminais, que se revela em uma paixão abrasadora pela advocacia criminal; e Yasser Reis Gabriel, que embora tenha escolhido para sua vida o direito administrativo, estagiou conosco e revelou em alto nível as virtudes da inteligência, da responsabilidade, da prestatividade e da sociabilidade.

Também quero parabenizar, com um carinho especial, Raphaela Buarque de Moraes, que a um só tempo reúne os atributos de uma grande filha e de uma grande mãe. Eu a conheci em sala de aula, aproximando-se do momento de trazer ao mundo seu filho e vi o quanto é inteligente, dedicada e capaz de se superar. Pessoas assim nos inspiram.

Um abraço forte em cada um dos aprovados, com votos de muito sucesso na carreira que começará, logo ou no próximo ano.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Exame de Ordem: novidades

Agora é oficial, como se pode ver no site da própria OAB. As mudanças são positivas.

Conselho Pleno aprova alterações no Exame da Ordem
quarta-feira, 2 de outubro de 2013 às 10h04

Brasília - O Pleno do Conselho Federal da OAB aprovou por unanimidade nesta terça-feira (01) a alteração no provimento do Exame da Ordem para que seja permitido que em caso de reprovação na 2ª. fase (prático-profissional) que o examinando possa fazer o aproveitamento da aprovação da 1ª fase. O candidato terá direito a fazer novamente a prova prático-profissional, uma única vez, no Exame seguinte.

Outra modificação diz respeito a publicação dos nomes daqueles que supervisionam as questões que podem cair no Exame de Ordem. “Essa modificação dará ainda mais transparência ao exame e é uma antiga reivindicação dos examinandos”, explicou coordenar de Nacional do Exame de Ordem, Leonardo Avelino Duarte.

Além disso, foi deliberada a alteração do dispositivo que permite aos estudantes do nono e décimo semestre prestarem o exame. “Hoje algumas faculdades estão com cursos de seis anos. Existe um problema de adequação à realidade”, disse a relatora da proposição, conselheira Fernanda Marinela.

Dessa forma, ficou substituído que os estudantes que cursam o último ano podem realizar o Exame. “A proposta é adequação da norma a uma realidade que já existe”, disse a relatora.

As mudanças entrarão em vigor na data da publicação do provimento e terá validade para os Exames seguintes.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Advogados de julho

Divulgado hoje o resultado preliminar da prova prático-profissional do X Exame de Ordem, quero mandar um abraço caloroso aos novos colegas que conheci em meio acadêmico. São eles:

Adalberto Guimarães Corrêa de Melo Neto
Adriana Dantas Nery
Aline Loureiro Cavalcante
Amanda Fontelles Alves
Ana Carolina Silva Falcão
Ana Manuela Silva João
Bluma Barbalho Moreira
Breno Vinicios Dias Wanderley
Bruna Vidigal Tavares Nunes
Elden Borges Souza
Fernanda do Vale Fernandez
Fernanda Moura Silva
Fernanda Vaz Pereira Rodrigues
Gabriel Perez Rodrigues
Gabriela Tostes Lobato Silva
Gisele Cristina da Silva
Jaqueline Bahia Vinas
Jaqueline Mirna Martins Pinheiro Cardoso
João Victor Nogueira Grobério
Jordana Tobias Athias
Laís Bibas Quintanilha Bibas
Marcelo Augusto Paradela Hermes
Mariel Dacier Lobato Martin de Mello
Natasha de Oliva Farias
Nelson Eliaquim Carneiro Pimentel
Nicolau Monteiro de Azevedo Filho
Pâmela Falcão Conceição
Patrícia Andréa Batista Pereira
Rafael Duque Estrada de Oliveira Peron
Rafaela Teixeira Neves
Ricardo Augusto Chady Meira
Rodrigo Maciel Lamego
Tâmisa Fonseca Cardoso Rodrigues
Thierry Badarane Nicolau Gonçalves
Tiago Fernando Ramos de Oliveira Martins
Virgílio de Carvalho Nelo Neto

Dou-lhes meus parabéns e desejo muita sorte na nova carreira. A advocacia e demais carreiras jurídicas precisam de mentes arejadas. Grande abraço para todos.