terça-feira, 29 de junho de 2010

Não comi; apenas dei para o cachorro


Sem o fascínio aterrorizante de um Hannibal Lecter, célebre personagem do escritor Thomas Harris, imortalizado nas telas por Anthony Hopkins, os casos de crimes envolvendo canibalismo costumam despertar particular repugnância na sociedade.
Clicando no link, você pode encontrar uma lista com 10 casos altamente escabrosos de canibais, todos oriundos da mais pura realidade. Um breve destaque para o cozinheiro britânico que cozinhou a carne de seu amante com ervas e azeite de oliva, mas jogou fora porque o paladar não lhe agradou. Pelo visto, era um gourmet até nessas horas.
Sem trocadilhos, os casos são de embrulhar o estômago.

4 comentários:

Ana Miranda disse...

Sem absolutamente nenhum comentário.
Minha cabecinha de vento não consegue enteder uma vírgula de canibalismo para formular qualquer comentário. Eca...

Waldréa disse...

Só uma perguntinha... Sempre fiquei em dúvida sobre a consciência de que eles deveriam ter para serem culpados... Eu ainda não procurei nenhum estudo sobre isso, mas sempre fiquei em dúvida se eles seriam "ditos normais"...

Yúdice Andrade disse...

Trata-se de algo que, de fato, excede a compreensão das pessoas lúcidas, Ana. De certa forma, essa incompreensão é um bom sinal.

Waldréa, canibalismo é uma prática, não um transtorno comportamental ou mental. Transtornos diversos podem levar uma pessoa ao canibalismo, de modo que precisaríamos estudar essas causas. E é fascinante, apesar de tudo.

Anônimo disse...

Grande Yúdice! Eu nem gosto muito de discutir sobre isso porque sempre acabam me chamando de polêmico. Mas, sinceramente, não vejo diferença entre comer homo sapien e comer boi (ou vaca, porco etc).

Alexandre