sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Bom saber

Folgo em saber que os leitores mantiveram o blog vivo hoje, com seus comentários. Não tive condições de postar porque - adivinhe! - Júlia adoeceu de novo, vomitando bastante. Precisamos levá-la ao hospital e a médica que nos atendeu, talvez por excesso de zelo, decidiu mantê-la sob observação... até raiar o dia!
Tudo bem, não sou médico, não tenho aptidão para analisar decisões médicas. Mas Júlia adoeceu tanto este ano e, até aqui, os profissionais que lidaram com ela tomaram as medidas necessárias e nos dispensaram na primeira oportunidade. Qualquer ser humano prefere estar em casa a mofar num hospital. Nossa sorte foi que Júlia dormiu pesado, até pelo efeito do remédio, mas ela ficaria aflita de permanecer lá, se estivesse acordada. Passamos uma madrugada horrível, tentando dormindo do jeito que deu, o que nos rendeu dores musculares. No final das contas, se tivéssemos sido liberados, Júlia teria ficado bem, em casa, sem sintomas e sem todo esse sacrifício.
Detalhe: fomos liberados porque eu procurei a enfermagem e exigi providências. Afinal, com o dia amanhecendo, o hospital ficaria cheio de pessoas, doentes de todos os tipos, circunstância que não é nada favorável a uma criança fragilizada. O soro que estava enfiado em Júlia, passadas horas, praticamente não havia sido consumido, tão irrisória era a velocidade. Ou seja, segundo deduzo, ele não era realmente necessário, até porque Júlia fora hidratada antes. Para conseguirmos a prescrição de medicamentos, Polyana precisou ir ao consultório da médica (mandei a mãe, porque àquela altura o meu humor não estava nada bom), porque ela não voltou mais para reavaliar a paciente.
Francamente!
Penso que o médico teve pautar suas decisões considerando, também, o bem estar imediato do paciente. E que eu sabia, o ambiente hospitalar, por si só, não é bom para ninguém. Que lástima.

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