Acabei de saber, de fonte que teve os documentos em mãos, que dia desses um advogado tentou impetrar habeas corpus no plantão judiciário, que se destina tão somente a constrangimentos à liberdade praticados fora do expediente judiciário normal. Já estava errado por isso. Mas vocês não imaginam o motivo da impetração. Simplesmente, o objetivo era obter saída temporária para um preso, a fim de que ele possa assistir ao jogo da seleção brasileira no próximo dia 28!
E para aumentar o bizarro do causo, não havia pedido algum para o juízo da execução penal. Em supressão de instância, o sujeito queria protocolar o pedido diretamente no tribunal.
E ainda se aborreceu quando não quiseram receber...
O caso é tão surreal que nem sei em qual marcador classificar esta postagem.
4 co-arbitrando:
Esse caso deveria ir pro "mundo estranho" do portal do G1. =D
O meliante deve ser playboy, com certeza. Os ingressos não estão lá muito baratos e a falta de respeito e tato tem tudo a ver com escória endinheirada.
Por que a cúpula da reitoria da UFPA tem dedicado tanto apreço por um dos maiores fraudadores da história da ciência brasileira?
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ENTIDADE FAZ CURSO COM CONDENADO POR PLÁGIO
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=78939
http://www.rc.unesp.br/ib/dta/Portarias2008/Pt025-2008.doc
http://cienciabrasil.blogspot.com/2011/07/um-recado-que-acabo-de-receber-de-um.html
É o "mundo estranho jurídico", sem dúvida.
Das 1h18, considerando a desnecessidade de comprovar que o apenado esteve no jogo, pois seu único compromisso seria retornar à casa penal na hora aprazada, na prática ele poderia sair para fazer qualquer coisa.
Logo, não necessariamente é um playboy.
Das 8h54, até acessei os links enviados, mas não alcancei a completude da sua crítica.
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