quarta-feira, 14 de abril de 2010

Inacreditável...

Uma eventualidade me obrigou a entrar, na tarde de hoje, numa agência bancária da qual não sou cliente. Ao contrário do que ocorre em outras instituições, a porqueira de banco em questão (Itaú) não permite que o serviço de que eu precisava  depósito identificado  seja realizado no caixa eletrônico; é preciso ir ao caixa de verdade. Tremi nas bases, até porque já estive lá antes e o cenário parecia o de um abrigo para vítimas de uma catástrofe natural.
Mas eis que, para meu espanto, ao passar da porta giratória, deparei-me com uma agência vazia, isso pouco depois das 14 horas. E mesmo assim, todos os caixas (três) estavam funcionando. Havia uma só usuária sendo atendida e eu me dei ao luxo de escolher qual, dentre as duas funcionárias, ia me atender. Resolvi o meu problema e não fiquei mais do que cinco minutos na agência.
Talvez você ache este acontecimento absolutamente banal. Mas, para mim  talvez por ser vítima preferencial da lei de Murphy, talvez por ser cliente de bancos ruins(*) , o fato foi tão insólito que senti necessidade de escrever a respeito. Só não vou elogiar, para não dar azar...

(*) Pleonasmo majestático: existe banco bom?

3 comentários:

Ana Miranda disse...

Eh...eh...eh...
Às vezes, acontece.

Yúdice Andrade disse...

Isso que é vestir a camisa da empresa, Fernando! Infelizmente, devo dizer que, como cliente forçado do Banpará há anos, concordo com um amigo meu: aquilo não é banco; é tamborete!
Admito, porém, que a coisa mudou extraordinariamente nos últimos anos. Mas ainda não tenho acesso a alguns serviços de que precisaria.

Vlad disse...

Hehehehe. Gostei de ver Fernando! É isso mesmo! Vestindo a camisa. Apesar de já ter saído da Caixa Econômica Federal, ainda digo que é o melhor banco do país!
Só não espalha que sou correntista do Banco do Brasil! Hehehehehe.
Abraços,
Vlad.
P.S.: Os serviços do Banpará ainda são tão ruins que os meus vencimentos não passam nem um dia nele. São imediatamente transferidos para um banco. :^) Ainda acho que o Banpará devia parar de tentar competir no mercado e assumir uma função de fomento econômico. Mas essa é a opinião de um leigo. Posso estar falando a mais pura bobagem.