quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Você conhece Belém? — Resposta ao teste 3

Estes meus leitores são duca! Não me dão tempo nem de acreditar que meus "desafios" realmente merecem ser chamados dessa forma. Mas, confesso, melhor assim. Eu ficaria frustrado se não obtivesse nenhuma resposta.
Desta vez, foi o caríssimo Arthur Laércio Homci do Constituindo que, em apenas 1h58, matou uma parte da charada e indicou a localização do segundo cruzeiro, justamente o que eu considerava o mais difícil de todos, por não estar em nenhuma via principal. Como ele informou, o endereço é Rua do Una, próximo à Cel. Luiz Bentes.
Pedindo desculpas pela tosqueira da edição, pincei do Google Earth o trecho da cidade em que podemos encontrar o nosso objeto.



Marquei em amarelo a Pedro Álvares Cabral e, em verde, a Rodovia Arthur Bernardes que, a partir da supracitada avenida, torna-se Cel. Luiz Bentes. A setinha vermelha, que parece desenhada por uma criança, aponta para o cruzeiro, que você encontra em 1º25'36.47" S e 48º29'15.64" W.
Eis o cruzeiro, de madeira, fincado no meio do caminho. Está adornado com flores, o que demonstra não ter sido esquecido pelos devotos das redondezas.




Seria interessante se algum morador da região nos informasse que tipo de utilização é dada ao cruzeiro hoje em dia.
Parabéns, Arthur.

6 comentários:

Lafayette disse...

Se te disser onde está o terceiro, tu abandonas os teus "desafios"? rsrs

Brincadeira, mande o terceiro.

Yúdice Andrade disse...

O Adelino Neto acabou de resolver o problema, Lafa.

Tanto disse...

É pq eu sou budista e não entendo muito de símbolos católicos, entende? Mas acho que o terceiro está na Duque!

Yúdice Andrade disse...

Passaste perto, Fernando. Mas te espero no próximo desafio.

Rafael Lopes disse...

Hoje em dia os cruzeiros são bastantes visitados no dia de finados para se queimar velas, em especial pelas pessoas que possuem entes queridos sepultados em outras localidades. O cruzeiro do Telegrafo é um dos mais famosos da capital paraense, adicionando-se à ele muitas estórias de visagens e assombrações. Coisas da Nossa Maravilhosa Belém do Pará.

Yúdice Andrade disse...

E meu pedido foi atendido três anos e meio depois. Valeu, Rafael. Grato por atualizar a postagem.