quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Flanar é dez!

O médico intensivista Carlos Barretto foi um dos primeiros a dar atenção ao meu blog, há alguns meses. Na época, ele ainda era dono do Blog do Barretto, que se transformou em Flanar, link aí ao lado, projeto de parceria com amigos seus. Graças a suas postagens "Flanando pelo Google Earth", passei a usar esse programa e, sempre que posso, me divirto bastante com ele. Barretto me forneceu algumas coordenadas que não encontrara sozinho.
A coluna Repórter Diário de hoje dá destaque ao amigo e a uma importante iniciativa sua:

Campanha permanenteDiante do perigo que sobrevoa Belém, o médico intensivista Carlos Barreto colocou seu blog, o Flanar (www.blogflanar.blogspot.com), a serviço da campanha de combate à dengue. Entre as muitas e importantes recomendações que ele relaciona, a que trata da automedicação é oportuna. São “medicamentos proibidos” para tratar a doença antitérmicos à base de dipirona, ácido acetil salicílico e antiinflamatórios não hormonais.

Perigos domésticosEssas medicações tidas como “rotineiras e domésticas” não aliviam os sintomas da dengue mesmo se ministrados de forma continuada e esse bombardeio ao estômago pode provocar outros estragos, como hemorragias digestivas. É melhor procurar o médico e fazer internação hospitalar para administração de medicamentos intravenosos de maneira segura.


Presto, então, minha homenagem ao amigo que, por coincidência, conheci pessoalmente ontem. Ele teve a gentileza de se aproximar e se apresentar. Além de tudo, é um cara educado e muito boa praça.
Um abraço, Barretto. Sucesso, inclusive em tua campanha.

3 comentários:

Carlos Barretto  disse...

Pô, Yúdice.
Obrigado pela elogiosa referência. De fato foi muito interessante aquele nosso encontro fortuito. Teve o nervosismo típico dos relacionamentos virtuais transformados em reais.
Para mim também foi legal conhecer pessoalmente o autor dos posts de extremo bom gosto do Arbítrio.
Espero que o fato de ser médico fumante não seja assim tão doloroso a ponto de nos complicar a vida. :-)
Aceito com bom humor suas críticas que são procedentes. Mas como fumante, também sou uma vítima de uma época em que fumar era ser jovem, cultivar a liberdade, cativar muitas parceiras, ter um bom carro e de quebra, ganhar um bom status na sociedade.
Juro que vou me tratar.
Abs e obrigado pela referência à campanha permanente contra dengue.
Até a próxima.

Yúdice Andrade disse...

Relaxa, Barretto. Tenho amigos fumantes e não tento catequizá-los, porque isso é muito chato.
No mais, tens toda a razão quando dizes que fumar esteve associado a idéias, para mim incompreensíveis, de sofisticação, fortemente disseminadas pelo cinema americano ao longo de décadas. Naturalmente, importadas para a TV brasileira. A tua geração cresceu nesse paradigma.
Não é muito auspicioso pensar que a mudança de referencial não ocorreu por razões de saúde, mas porque o governo americano percebeu que gastava fortunas, anualmente, para tratar as doenças decorrentes do tabagismo.

Val-André Mutran  disse...

Yúdice você está coberto de razão. Carlos Barretto além de ser a simpatia em pessoa demonstrou no trato pessoal ser uma alma generosa e bastante equilibrado.
Quanto ao cigarro, aí é outra história. Sou tabagista inveterado. Mas, sinto que devo parar de fumar. Aí é que começa nosso martírio! Hehe.
Abs.