terça-feira, 26 de abril de 2011

Reais babaquices

Dia desses, publiquei a postagem "Comportamentos edificantes", criticando a atitude da apresentadora Ana Maria Braga, que fumava bem ao lado de sua neta de dois meses de idade. Recebi umas críticas lá, daquela turma que fiscaliza os Supremos Valores e Princípios da Blogosfera, seja lá quais forem. Mas depois de mandá-los catar coquinhos, descobri que Ana Maria é fichinha perto de Danielle Winitskowski de Azevedo (37), aquela que faz absolutamente de tudo para aparecer. A desgraçada fuma e consome álcool mesmo estando com quase 9 meses de gestação!
E como bandeira pouca é bobagem, ela comete esses atentados bem na cara de Jonatas Grassia Faro (22), aquele molecote com quem esteve casada. E ele permite, sem se abalar e rindo, que a criatura comprometa a saúde de seu filho!
Alguém, pelo amor de Deus, chame o Conselho Tutelar para estar a postos na porta da maternidade!

***

Se há um assunto que torrou a minha paciência em todos os níveis e perspectivas possíveis e imagináveis é essa josta de casamento do príncipe Fulano com a Kate não sei das quantas.
Até compreendo que a sociedade britânica se mobilize em torno disso. Afinal, é um acontecimento importante para o país, inclusive por questões relacionadas à linha sucessória ao trono, no futuro. E também por conta das lembranças que o evento traz da adorada (por eles) princesa Diana.
Mas nem por isso ou pelos interesses de lucratividade se justifica que esse matrimônio ocupe de modo tão obsessivo as vidas das pessoas. Já se fez de um tudo sobre o tema, incluindo a versão em Lego de 180 mil peças (grande demais para ser montada por alguém que perde tempo com o tema) que você vê ao lado.
O que realmente considero imperdoável é que o restante do mundo se mobilize junto. Existe quase um passo a passo do casamento real, atualizado a cada 10 segundos. Acompanhá-lo consegue ser quase tão babaca quanto comprar o pay per view do Big Brother Brasil.
Uma das centenas de invenções temáticas sobre o casamento me seria muito bem vinda agora: o saco de vômito (à esquerda)!

PS É meio irritante prestar este esclarecimento, mas mesmo assim o farei. Lembro, uma vez mais, que este blog voltou às origens e está intolerante na escolha das pautas e nada receptivo a críticas de comentaristas anônimos.

6 comentários:

Anônimo disse...

mano,admito que fiquei indignada com a ana maria braga.mas da dona danielle e desse garoto(assim como de algumas "celebridades")nada me surpreende.irei além e direi,por favor,ao conselho tutelar,quea antes de ela sair da maternidade faça uma laqueadura nessa moça.eu acredito piamente que ela não mereça ter filhos,e pelo andar da carruagem,não me admira se daqui a pouco ela tiver mais um. esses pequeninos não merecem isso.o mesmo repito,no caso do senhor faro.é,eu sei que foi uma postura muito radical.desculpe por qualquer ofensa.

Yúdice Andrade disse...

Das 11h54, você foi forte, hein?!
Gosto de ver gente ainda mais radical do que eu, a depender, é claro, da abordagem. Agradeço a sua contribuição e não se preocupe quanto a ofensas, porque não vi nenhuma. Abraço.

Ana Miranda disse...

Juro, sério mesmo, eu não tenho a mínima ideia de quem seja essa mulher maluca que, prestes a dar a luz, comete a desfaçatez de fumar...
Quanto aos príncipes, tudo que é demais enoja mesmo, mas acho legal essa história de príncipe casando com plebeia que vai virar princesa.
Eh...eh...eh... Sério acho o maior legal mesmo.

Anônimo disse...

que valentão malvado...mandou os anônimos plantarem coquinho...huauhauhauuhaua

Luiza Duarte Leão disse...

Eu estou vidrada no casamento real. Só não acompanho o passo a passo porque não tenho tempo, mas estarei na frente da televisão na sexta-feira. Eu até tenho teorias sobre o porquê do meu interesse, mas a mais plausível mesmo é que eu seja simplesmente babaca! :)

Yúdice Andrade disse...

Acontece, Ana, que todo príncipe inglês casa com uma plebeia (obviamente, podre de rica). É uma espécie de tradição às avessas, o que retira essa coisa meio romântica do princípe com a plebeia.
Há pouco amor na realeza. Charles não casou com Diana por amor, e sim porque foi pressionado pela família real, que pretendia separá-lo de Camila Parker Bowles. Casou, mas não se separou da belezura e, de quebra, tornou Diana uma mulher infeliz. Deu no que deu. Perdão, mas não vejo nada bonito nessa história.

Na verdade, das 12h42, eu escrevi isso, mas pensei coisa diferente.

Luiza, o bacana é que, mesmo quando divergimos, nós nos entendemos! Graças a Deus, porque você é uma presença essencial neste blog. Bom casamento. Lerei a sua postagem a respeito.