sexta-feira, 25 de março de 2011

Quem faz uma pesquisa dessas?

O mapa abaixo está tão pequeno que você não conseguirá ler as informações que mostra. Foi proposital, para aguçar a sua curiosidade.


Clique aqui para descobrir qual é o assunto pesquisado.
No mais, fiquei curioso para saber como foi a metodologia da pesquisa de campo. Afinal, não se pode confiar nas informações dos próprios pesquisados...

7 comentários:

Luiza Duarte Leão disse...

Em relação à pergunta do título, uma mulher é que não foi, senão, outros fatores seriam considerados para definir quem está bem e quem está mal.
Não sejamos, porém, injustos com os pesquisadores. Esse fator isolado não serve pra nada, mas também não pode ser ignorado. Sinto muito pelas japonesas.

Anônimo disse...

Yúdice,
Mais um índice relevante - que acredito que deveria compor a avaliação do IDH das nações - em que estamos a frente de nossos hermanos argentinos!
Para frente Brasil, pátria que nos enche de orgulho!
Bruno Brasil.

Lilica disse...

UAAAAAAAAAAAU, que interessante, mas concordo c/ a Luisa e ressucito uma frase da sexóloga Marta Suplicy, dos tempos do TV Mulher: "Não importa o tamanho da varinha de condão, o que importa é a mágica..."

Yúdice Andrade disse...

E que fatores seriam esses, caríssima Luiza? Fiquei curioso.
No mais, só digo que muita gente acabou na terapia por causa dessas invenções.

Luiza Duarte Leão disse...

Ai, meu Deus, jura que me colocaste nessa situação? hahaha
Bem, vamos colocar desta forma: não adianta ser grande se não achar o lugar certo, mas, partindo da premissa de que quanto maior uma coisa, mais espaço ela ocupa, maiores as chances de achar o lugar certo, mesmo que involuntariamente.
Não faço idéia se isso passaria pela tua cabeça, mas, pelo princípio da precaução, faço o apelo de que isso não vire uma postagem! (risos nervosos)
Fiquei em dúvida sobre quais invenções levam as pessoas à terapia. As comparações "físicas" ou os outros fatores?
Apesar de ser um assunto sempre levado na brincadeira, todo mundo sabe que é sério e pode sim ser fonte muitas frustrações. A maior delas talvez seja hoje a "obrigação do orgasmo". Se frustra a mulher que não o atinge e o homem que acha que era sua obrigação levá-la a isso.
É realmente difícil achar algo prazeroso quando não se espera menos do que a perfeição, em todas as ocasiões. Aí, quando ela não ocorre, vai surgindo a decepção, que dificulta as tentativas futuras, chegando ao total desestímulo.
E haja terapia nessa sociedade hedonista!

Anônimo disse...

Para uma sociedade fálica, como a nossa, isto deve ter um valor imensurável. As relações (interpessoais, sociais, familiares e amorosas) precisam descobrir novos parâmetros e se preocupar menos com medidas e tamanhos...

Yúdice Andrade disse...

Obrigado, Luiza, por me responder, mesmo um pouco constrangida. Não foi minha intenção criar uma saia justa.

De pleno acordo, das 20h44. Mas para todo lado que olhamos, só se vê a prevalência das aparências, meu amigo. É triste.